quinta-feira, 25 de junho de 2009

Na contra-mão

por Ludimilla Fonseca

Peter Sunde, um dos três suecos que fundaram o sistema de busca The Pirate Bay (TPB), virá ao Brasil em junho para participar do 10º Fórum Internacional de Software Livre (Fisl), que começou ontem em Porto Alegre, e vai até o dia 27 de junho.


Junto a Fredrik Neij e Gottfrid Svartholm Warg, Sunde ajudou a fundar o TPB em 2003, o buscador que congrega arquivos torrent para download de conteúdo multimídia e responsável por diversas polêmicas nos últimos meses.


Ao mesmo tempo, de acordo a página JavaFree.org, uma organização chamada “The Bats” lançou uma campanha virtual contra o Pirate Bay. “Alegando representar músicos e outros trabalhadores criativos, o grupo quer estender suas mensagens panfletárias para as ruas do mundo real. São flyers e pôsteres prontos para serem impressos, sem custo de download, além da principal arma do grupo: baratas camisetas contra a equipe de Peter Sunde e simpatizantes”.

“Mas a característica mais marcante da página comercial e do movimento é a ironia. Da mesma maneira que o The Pirate Bay diz não hospedar arquivos ilegais, já que apenas direciona para os endereços, a página dos morcegos avisa que “não provê downloads ilegais e não há camisetas hospedadas em nossos servidores". Eles justificam: "nós meramente provemos links para vendedores de camisetas” ”.


Em abril deste ano, os fundadores do TPB foram condenados (veja vídeos aqui), em primeira instância, a um ano de prisão pela justiça sueca, além de ter que pagar R$ 7,6 milhões por danos e prejuízos a industria fonográfica, cinematográfica e de jogos eletrônicos. Os suecos, no entanto, estão recorrendo (ou a palavra certa, seria apelando? ... ) e o site (graças a [D]deus e à luta pelo software livre) continua no ar.

Pegando o gancho na polêmica sobre a “queda” do diploma, aproveito para dizer que sou daquelas pessoas que acreditam que, assim como software, o jornalismo é livre (saiba mais aqui)!

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Comédia de pé







Por Gabriela de Carvalho

Stand up comedy é uma expressão inglesa que significa um espetáculo de humor representado por apenas um comediante. O humorista geralmente se apresenta em pé sem nenhum tipo de cenário ou caracterização. O grande diferencial desse tipo de apresentação, é que o comediante não conta piadas conhecidas do público, o texto é original normalmente baseado em observações do cotidiano.
Observador, essa é palavra para definir o comediante Oscar Filho do programa CQC exibido na Band. Nesse domingo dia 21 de junho, ele fez uma apresentação de seu stand up no Cine Teatro Central em Juiz de Fora.
A incrível capacidade de tirar de situações do dia-a-dia um fato que para muitos passa desapercebido, e em cima disso, transformar em algo cômico, é o maior talento de Oscar Filho. Mas não só isso é a grande atração de sua apresentação. Sua forma de relatar, seu humor de certa forma até panachão, tornam o espetáculo mais atraente e divertido.
Nesse tipo de apresentações, o humorista se encontra totalmente desarmado, uma vez que não faz uso de nehum personagem para encarar o público e se encontra sozinho no palco. Cabe à ele então, controlar a pláteia de "cara limpa". E é com muita habilidade que Oscar se ajusta ao humor específico da pláteia e passa com naturalidade em cima dos imprevistos, como por exemplo, um holofote do teatro queimar durante sua apresentação. Ou então, controlar os mais "engraçadinhos" presentes que constantemente gritavam o chamando por seu apelido do programa - pequeno pônei.
Nessa próxima sexta-feira, é Marco Luque quem vem à Juiz de Fora fazer uma apresentação de stand up, infelizmente não poderei ir, e também não há como dizer se será tão bom quanto a apresentação de Oscar Filho, mas acredito que valerá à pena para quem puder ir de qualquer maneira.
Foram R$25,00 muito bem gastos, posso garantir.









Diversão para toda a família!

O pior pesadelo da Nintendo já é realidade. O videogame da família, Wii, se tornou um acessório só para maiores com um aplicativo muito singular desenvolvido pelo Team Dwiildo. Com o nome de Wiibrator, o programa funciona através do Homebrew Channel e faz o controle, hum, é, então, como eu posso dizer... Vibrar.

Os produtores sugerem o uso da Wiimote jacket - uma espécie de capa protetora de silicone - para o bem dos usuários, e adverte os gamers sobre os perigos de usar o programa junto com o
Wii Wheel (volante) ou o Wii Zapper (simulador de tiro).

Existem quatro níveis diferentes para garantir a diversão do usuário, uma demonstração da alta tecnologia empenhada na produção do brinquedo. Os criadores pensam agora no futuro do software, adiantando a possibilidade de adicionar à experiência um slideshow de imagens estimulantes, suporte à dispositivos de armazenamento de imagens via USB,
chat online e ainda, suporte multiplayer para até 32 jogadores ao mesmo tempo. O projeto é ambicioso, sem dúvida.

A idéia parece diferente demais para os conservadores quadrados de plantão, mas com certeza acaba com a solidão de qualquer pessoa e a rotina de qualquer casal.











Usem camisinha!

Por Luiza Vale de Lima

Mais Guitar Hero

GH para DS


por Ludimilla Fonseca


Polêmicas à parte, depois do sucesso que o Guitar Hero On Tour (game ritmico) teve no DS (o portátil da Nintendo), nada mais natural que a Activision lançar uma continuação. Aliás, ela já está quase pronta: vai se chamar Guitar Hero On Tour: Decades, e será lançada aqui no Brasil no dia 16 de novembro, de acordo com o site DS Fanboy.


Para jogar o Guitar Hero On Tour usa-se um acessório chamado Guitar Grip, que adiciona quatro botões ao console da Nintendo. Os botões são semelhantes aos da guitarra do Guitar Hero tradicional. Ou seja, o novo game terá a característica exclusiva de possuir um dispositivo que pode ser acoplado facilmente ao DS para imitar uma guitarra. Os quatro botões formam o mecanismo do jogo, segundo o qual, na hora certa, o gamer deve apertar o que for necessário e, ao mesmo tempo, palhetar na tela sensível com a stylus (uma pequena palheta que vem com o jogo).


A nova versão para DS, além do modo Carrera e do Multiplayer, terá mais dois Guitarristas exclusivos, além de que será possível dar autógrafos pela touchscreen. Outra novidade é a possibilidade de se conectar a outro DS para jogar de maneira competitiva ou cooperativa. Também há uma modalidade multiplayer com outras surpresas: um jogador, por exemplo, pode ter a infelicidade de ver tudo pegar fogo e, para apagar o incêndio, deve assoprar no microfone do DS.

Mas, com certeza, o que mais empolga é a nova playlist: segundo o site Videogamer.com, o jogo terá músicas famosas dos últimos 40 anos, e a seleção é muito variada: inclui desde Queen, até Red Hot Chili Peppers e Fall Out Boy. Incluindo ainda The Darkness, Foo Fighters, Smashing Pumpkins, Stone Temple Pilots e Weezer, a seleção é para nenhum nerd-pseudo-rocker botar defeito.


Confira aqui como será, de fato, o novo game: